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15 brasileiros e suas histórias no cinema

15 brasileiros e suas histórias no cinema

Fala Galera! Dessa vez montei uma lista compilando alguns filmes para os fanáticos em Cinebiografias Brasileiras. Fiz uma seleção entre títulos já conhecidos e alguns cultuados pelo grande público, mas também trouxe alguns outros não tão difundidos no circuito comercial para que todos conheçam. Claro que como sempre essa lista NÃO É DEFINITIVA e nem esta separada por ordem de preferência. Espero que a lista os ajude nas próximas escolhas relacionadas ao tema. Façam suas listas e deixem nos comentários também, isso ajuda os usuários que já conhecem esses filmes e querem conhecer outros. Bom filme e boas experiências a todos!


1- Cartola – Música Para os Olhos (2007) – Direção: Hilton Lacerda, Lírio Ferreira

Esta é a história de Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola. Um dos mais importantes compositores da música brasileira de todos os tempos, Cartola é o autor de obras-primas como “O Mundo é um Moinho”, “As Rosas Não Falam”, entre outras. Os diretores Lírio Ferreira e Hilton Lacerda mostram a importância de Cartola para a música brasileira, traçando um emocionante painel do autêntico samba de origem e seus principais expoentes. Um retrato de um homem que renasceu várias vezes.

2 – Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão (2011) – Direção: Asif Kapadia

Produção inglesa, esse é primeiro filme sobre a vida do tricampeão Ayrton Senna feito para o cinema. A película mostra a carreira do brasileiro desde sua estreia na Fórmula 1, em 1984. Os produtores prometem entrevistas inéditas, além de imagens de TV e arquivos de família. Não foi produzido material exclusivo para o filme, mas a maioria das imagens usadas é inédita, com entrevistas do próprio piloto e de outras personalidades da Fórmula 1.

3 – Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012) – Direção: Evaldo Mocarzel, Leonardo Gudel, Walter Carvalho

O documentário retrata as diversas facetas do homem, suas parcerias com Paulo Coelho, seus casamentos, a fase de sucesso e principalmente tenta desvendar a enorme comunicação que suas músicas estabelecem e a legião de fãs que ele mobilizava e continua mobilizando agora, 20 anos depois de sua morte. Raul Seixas morreu jovem porque viveu intensamente. Rock’n roll, amor livre, Sociedade Alternativa, drogas, magia negra, ditadura militar, mulheres e filhas. Um homem que queria viver da sua obra e morreu por ela. O início, o fim e o meio se confundem, porque a história ainda não acabou.

4 – Olga (2004) – Direção: Jayme Monjardim

Olga Benário (Camila Morgado) é uma militante comunista desde jovem, que é perseguida pela polícia e foge para Moscou, onde faz treinamento militar. Lá ela é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler) ao Brasil para liderar a Intentona Comunista de 1935, se apaixonando por ele na viagem. Com o fracasso da revolução, Olga é presa com Prestes. Grávida de 7 meses, é deportada pelo governo Vargas para a Alemanha nazista e tem sua filha Anita Leocádia na prisão. Afastada da filha, Olga é então enviada para o campo de concentração de Ravensbrück.

5 – Chico Xavier (2010) – Direção: Daniel Filho

Chico Xavier é uma adaptação para o cinema que descreve a trajetória do médium Chico Xavier, que viveu 92 anos desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Vida conturbada, com lutas e amor. Seus mais de 400 livros psicografados, consolaram, pregaram a paz e estimularam caridade. Fenômeno? Fraude? Os Espíritos existem? Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.

6 – Simonal, Ninguém Sabe o Duro que Dei (2009) – Direção: Calvito Leal, Cláudio Manoel, Micael Langer

Numa época de talentos eternos e revolucionários, Wilson Simonal brilhou como ninguém e inovou como poucos. Juntando qualidade, carisma, simpatia, suingue, charme, sensualidade e muito talento, ele se tornou a sensação do Brasil e ainda conquistou o público internacional. De repente tudo acabou. Boatos, acusações, mistérios, patrulhas e perseguições. O que aconteceu com Wilson Simonal?

7 – Cazuza – O Tempo Não Pára (2004) – Direção: Sandra Werneck, Walter Carvalho

A vida louca que marcou o percurso profissional e pessoal de Cazuza (Daniel de Oliveira), do início da carreira, em 1981, até a morte em 1990, aos 32 anos: o sucesso com o Barão Vermelho, a carreira solo, as músicas que falavam dos anseios de uma geração, o comportamento transgressor e a coragem de continuar a carreira, criando e se apresentando, mesmo debilitado pela Aids.

8 – Madame Satã (2002) – Direção: Karim Aïnouz

No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua “esposa”; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme (1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou.

9 – Elena (2012) – Direção: Petra Costa

Elena viaja para Nova York com o mesmo sonho da mãe: ser atriz de cinema. Deixa para trás uma infância passada na clandestinidade dos anos de ditadura militar. Deixa Petra, a irmã de sete anos. Duas décadas mais tarde, Petra também se torna atriz e embarca para Nova York em busca de Elena. Tem apenas pistas. Filmes caseiros, recortes de jornal, um diário. Cartas. A todo momento Petra espera encontrar Elena caminhando pelas ruas com uma blusa de seda. Pega o trem que Elena pegou, bate na porta de seus amigos, percorre seus caminhos. E acaba descobrindo Elena em um lugar inesperado. Aos poucos, os traços das duas irmãs se confundem, já não se sabe quem é uma, quem é a outra. A mãe pressente. Petra decifra. Agora que finalmente encontrou Elena, Petra precisa deixá-la partir.

10 – Heleno (2011) – Direção: José Henrique Fonseca

O longa vai contar a trajetória de Heleno de Freitas, jogador de futebol. Heleno (1920/1959) foi um dos grandes nomes que vestiram a camisa do Botafogo. O jogador, ao mesmo tempo em que apresentava talento nos gramados, exibia charme na noite carioca e impunha polêmica no atrito com adversários. Produção inspirada no livro “Nunca houve um homem como Heleno”, do jornalista Marcos Eduardo Neves.

11 – Meu Nome Não é Johnny (2008) – Direção: Mauro Lima

João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e frequentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então passou a frenquentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.

12 – Uma Longa Viagem (2012) – Direção: Lúcia Murat

Uma longa viagem é a história de três irmãos. A linha dramática é dada pela história do caçula, que vai para Londres em 1969, mandado pela família para que ele não entrasse na luta armada contra a ditadura no Brasil, seguindo os passos da irmã. Durante os 9 anos em que viaja pelo mundo, ele escreve cartas. Em contraponto à entrevista e as cartas, os comentários em off da irmã, presa política que virou uma artista reconhecida e viaja pelo mundo, quase num processo inverso ao vivido pelo irmão, que de viajante livre foi obrigado a enfrentar algumas internações em hospitais psiquiátricos. No fundo, é um documentário que trabalha sobre a memória. Não somente pela forma como é feita a investigação, mas também sobre o que motivou o filme: a morte do terceiro irmão.

13 – O Bandido da Luz Vermelha (1968) – Direção: Rogério Sganzerla

Marginal paulista chamado João Acácio Pereira, mais conhecido como Bandido da Luz Vermelha, coloca a população em polvorosa e desafia a polícia ao cometer os crimes mais requintados – de estupro a assassinatos. Ele conhece a provocante Janete Jane, famosa em toda a Boca do Lixo, por quem se apaixona.

14 – Marighella (2012) – Direção: Isa Grinspum Ferraz

O filme, exibido na Mostra Internacional de São Paulo e no Festival do Rio em 2011, estreia nos cinemas no dia 10 de agosto. Com narração de Lázaro Ramos, o longa conta com uma música composta especialmente por Mano Brown. Com uma hora e 40 minutos de duração, “Marighella” retrata a trajetória do ícone da esquerda brasileira desde sua juventude na Bahia. O documentário passa por seus anos de militância no PCB baiano e nacional, suas prisões na Era Vargas, sua atuação como deputado constituinte e pela época da repressão militar, quando se tornou inimigo público da ditadura.

15 – Gonzaga – De Pai pra Filho (2012) – Direção: Breno Silveira

Um pai e um filho, dois artistas, dois sucessos. Um do sertão nordestino, o outro carioca do Morro de São Carlos, um de direita, o outro de esquerda. Encontros, desencontros e uma trilha sonora que emocionou o Brasil. Esta é a história de Luiz Gonzaga e Gonzaguinha, e de um amor que venceu o medo e o preconceito e resistiu à distância e ao esquecimento.

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