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50 Filmes Para Quem Adora Filosofia

19 – Exílios (Tony Gatlif, 2004)

O músico Zano (Romain Duris) propõe à sua amante Naïma (Lubna Azabal) que ambos façam uma viagem até a Argélia, país de onde seus pais emigraram décadas atrás. Eles atravessam a França e a Espanha até que, tomados por um forte sentimento de liberdade, abandonam-se aos ritmos sensuais da Andaluzia. De um encontro a outro, eles cruzam o Mediterrâneo e terminam a viagem com a promessa da descoberta de si mesmos.


18 – Quem Somos Nós? Uma Nova Evolução (Betsy Chasse e William Arntz, 2006)

O filme apresenta entrevistas com especialistas em ciência e espiritualidade.


17 – Nu (Mike Leigh, 1993)

O filme é uma obra em movimento. David Thewlis interpreta um homem sem lar e sem perspectivas que estupra uma mulher e foge, invadindo e mudando os rumos das vidas de várias pessoas que encontra. Thewlis vira carrasco, bálsamo, incitador, vítima, dependendo de quem cruza seu caminho. Parece um anjo/demônio boêmio que vem para provocar reações. Sua rudeza com uma mulher de meia-idade que se exibe na janela contrasta com seus conselhos metafísicos para o vigilante que a olha. Nu despe o espectador de qualquer procura por coerência narrativa. O que importa aqui é investigar almas.


16 – Se… (Lindsay Anderson, 1968)

Em uma escola pública inglesa estuda o jovem Mick Travis (Malcolm McDowell). Ele lidera um grupo de alunos rebeldes, os Crusaders. Insatisfeitos com o opressor sistema educacional, eles planejam uma grande vingança.


17 – Nina (Heitor Dhalia, 2004)

Nina (Guta Stresser) é uma jovem de sensibilidade agudíssima e mente fragilizada, que procura meios de sobrevivência numa metrópole desumana. A proprietária do apartamento onde mora, Dona Eulália (Myriam Muniz), uma velha mesquinha e exploradora, parece ter prazer em esmagar a vontade da sua inquilina exaurida. Em meio aos desenhos que faz em toda a parte e vivendo a agitada cena eletrônica de São Paulo, Nina mergulha nos fantasmas de seu inconsciente até acabar envolvida em um crime.


16 – O Sol Enganador (Nikita Mikhalkov, 1994)

Num dia de verão em 1936, coronel reformado que vive no campo com esposa Maroussia e a filha, recebe a visita do misterioso e atraente Dimitri que, além de apaixonado por sua mulher, é oficial da polícia política de Stalin.


15 – Arrependimento Sem Perdão (Tengiz Abuladze, 1984)

O prefeito linha-dura de uma cidade russa morre e, após o funeral, seu cadáver começa a aparecer seguidamente, mesmo depois de ser enterrado diversas vezes. A polícia acaba acusando uma moradora pelo fato e ela afirma que ele não deve descansar, pois foi responsável por um regime autoritário e pelo desaparecimento de diversas pessoas.


14 – A Hora do Lobo (Ingmar Bergman, 1968)

Pintor (Max von Sydon) e sua esposa (Liv Ullmann) vão morar em uma ilha bastante afastada da sociedade. Lá, em meio a intensos conflitos psicológicos, o casal conhece um misterioso grupo de pessoas que passa a trazer angústias ainda maiores às suas vidas, levando-os a relembrar fatos passados e questionar a própria lucidez.


13 – Nostalgia (Andrei Tarkovsky, 1983)

Jornada mística do poeta russo Andrei Gorchakov à Itália em busca de um novo modo de vida. Depois de 3 meses, viajando em companhia de Eugenia, uma atriz italiana, chegam a um pequeno vilarejo ao norte da Itália. Frustrado e deprimido por ainda não ter encontrado seu caminho, Gorchakov mergulha em seu passado, isolando-se em impenetrável silêncio.


12 – O Sacrifício (Andrei Tarkovsky, 1986)

Alexander, um jornalista e ex-ator e filósofo, diz ao filho pequeno como ele está preocupado com a falta de espiritualidade da humanidade moderna. Na noite de seu aniversário, a terceira guerra mundial irrompe. Em seu desespero Alexander transforma-se em uma oração a Deus, oferecendo seu tudo para que a guerra não tenha realmente acontecido.


11 – A Palavra (Carl Theodor Dreyer, 1955)

Uma família de fazendeiros, unida por fortes laços emocionais, passa por momentos de tensões provocados por pequenas desavenças. Sua rotina, após retorno de um dos filhos do patriarca, é modificada pela sua aparente loucura, que tudo indica, deriva de um estudo radical teosófico, que o fez acreditar ser Jesus Cristo. Nem todos aceitam que Johannes Borgen seja demente e fanático. E essa situação estará à prova, depois que um ente querido fica doente. Adaptação da peça teatral de Kaj Munk, pastor e dramaturgo, muito conhecido nos países escandinavos, que foi assassinado pelos nazistas. A Palavra é considerado uma obra-prima dentre os filmes que exploram o poder da fé, do amor e do sobrenatural. Isso se deve a maneira “realista” e “naturalista” que enfoca o tema.


10 – Dead Man (Jim Jarmusch, 1995)

Dead Man é a história da viagem física e espiritual, de um jovem, num território hostil e selvagem. William Blake (Johnny Depp) viaja para as mais longínquas fronteiras do oeste americano, perdido, gravemente ferido e, perseguido por pistoleiros, encontra um nativo americano chamado “Ninguém”, que acredita que Blake seja na realidade o poeta inglês. Belíssimo road movie do oeste, com características existencialistas e ritmo hipnótico, moldurado por paisagens deslumbrantes e atemporal. Dead Man, tornou-se uma obra-prima por re-inventar um gênero, que já tinha sido explorado a exaustão, um western sensível, misterioso e filosófico.

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  1. Bela lista! Essa sessão é a que mais curto no Cinetoscópio!
    Muito curioso sobre o filme com Zizek!!

  2. A lista é muito boa, exceto pelo filme “Quem Somos Nós?” Não é que o filme seja ruim ou não, é que é uma tentativa de documentário totalmente desonesta com direito a cortes e distorções de frases de cientistas pra corroborar a “mensagem” do filme. Enfim, não assista como documentário de ciência.

  3. Achei que faltaram alguns filmes bem significativos na lista, tais como Morte em Veneza de Luchino Visconti, O Anjo Exterminador e O discreto charme da Burguesia de Bunnuel. Também tiraria alguns, mas concordo com grande parte dos citados

  4. Ilha do medo, Quando do Nietzche chorou, Réquiem for a dream, crush no limite, todos estes faltaram, porém deixar de tora Clube da luta é um pecado mortal!

  5. Tem pouco buñuel, antonioni, lynch e lars von trier, faltou alain resnais, faltou alejandro jodorowsky. Mas tem muita coisa boa

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