16 filmes que exploram o sadomasoquismo

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16 filmes que exploram o sadomasoquismo

No século 19, Richard von Krafft-Ebing e Sigmund Freud foram os pioneiros no campo da psicologia. A categorização dos termos definiu e ampliou a maneira como as pessoas pensavam sobre o comportamento humano e a sexualidade.


1. A Bela da Tarde (Luis Buñuel, 1967)

A história de Séverine (Catherine Deneuve), jovem rica e infeliz que procura um discreto bordel para realizar suas fantasias sexuais e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar.


2. Secretária (Steven Shainberg, 2002)

Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Apesar dela nunca antes ter trabalhado Lee é contratada por Grey, que não dá importância para sua falta de experiência. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, pois só digita, arquiva e faz café e Lee se esforça para agradar seu chefe e sua mãe, Joan (Lesley Ann Warren), se mostra ansiosa para a filha ser bem sucedida. Lentamente Lee e Grey embarcam em uma relação mais pessoal atrás de portas e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana, um caso de amor no qual os papéis de dominação e total submissão ambos desempenham perfeitamente.


3. Último Tango em Paris (Bernardo Bertolucci, 1973)

Enquanto procura um apartamento em Paris, uma bela jovem (Maria Schneider) conhece um americano (Marlon Brando), cuja esposa recentemente cometeu suicídio. Instantaneamente um deseja o outro ardentemente e iniciam naquele momento um tórrido affair. Eles combinam que não revelariam nada de suas vidas, nem mesmo seus nomes, sendo que o objetivo dos encontros seria basicamente sexo. Mas gradativamente os acontecimentos vão fugindo do controle de ambos.


4. Sick: The Life and Death of Bob Flanagan (Kirby Dick, 1997)

Documentário sobre o escritor e artista Bob Flanagan, que morreu aos 43 anos de fibrose cística. Sua vida foi acompanhada pela dor desde o início e ele começou a desenvolver práticas sadomasoquistas, que ele acabou transformando em performances.


5. Império dos Sentidos (Nagisa Oshima, 1976)

A história de uma ex-prostituta que envolve-se em um caso de amor obsessivo com o senhorio de uma propriedade onde ela trabalha como criada. O que começa como uma diversão inconsequente transforma-se em uma paixão que ultrapassa quaisquer limites.

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6. A Professora de Piano (Michael Haneke, 2001)

Erika Kohut (Isabelle Huppert) trabalha como professora de piano no Conservatório de Viena. Ela não bebe nem fuma, vivendo na casa de sua mãe (Annie Girardot) aos 40 anos. Quando não está dando aulas Erika costuma frequentar cinemas pornôs e peep-shows, em busca de excitação. Logo ela inicia um relacionamento com Walter Klemmer (Benoît Magimel), um de seus alunos, com quem realiza vários jogos perversos.

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7. As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (Rainer Werner Fassbinder, 1972)

Adaptado da peça homônima do próprio Fassbinder, Petra von Kant é uma estilista de sucesso extremamente arrogante e egocêntrica, que tem como única pessoa próxima sua secretária. Num dia, ela se apaixona por uma jovem aspirante à modelo chamada Karin, que vai morar em sua casa e usá-la até não precisar mais.


8. Love is the Devil: Study for the Portrait of Francis Bacon (John Maybury, 1998)

Biografia sobre o pintor inglês Francis Bacon focada no seu relacionamento com seu amante George Dyer, um ex criminoso.

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