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Os 25 melhores filmes vencedores da Palma de Ouro em Cannes

Os 25 melhores filmes vencedores da Palma de Ouro em Cannes

Festival de Cannes é um festival de cinema criado em 1946, conforme concepção de Jean Zay, e até 2002 chamado Festival international du film, é um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo. Acontece todos os anos, no mês de maio, na cidade francesa de Cannes. O “mercado do filme” (marché du film) acontece paralelamente ao festival.


25. Segredos e Mentiras (Mike Leigh, 1996)

Hortense Cumberbatch (Marianne Jean-Baptiste) é uma mulher negra que foi abandonada quando criança, sendo adotada por uma família. Quando sua mãe adotiva morre, ela decide partir em busca de sua mãe biológica. Só que sua mãe é branca e a teve quando era uma adolescente rebelde, algo que sua atual família não sabia.


24. Marty (Delbert Mann, 1955)

No Bronx vive Marty Piletti (Ernest Borgnine), um açougueiro italiano solitário com 34 anos que acha que nenhuma mulher vai se interessar por ele, apesar de sua mãe insistir que ele deve encontrar uma jovem para se casar. Numa noite de sábado, por insistência da mãe, ele vai dançar e conhece uma professora (Betsy Blair), que sente-se rejeitada como ele. Entre os dois surge algo que esperavam há muito tempo, mas ambos também são dominados por uma forte dose de insegurança, que pode prejudicar a relação.


23. O Piano (Jane Campion, 1993)

Em meados do século XIX, Ada é uma mulher muda que tem uma filha – Flora. Para um casamento arranjado ela deixa sua terra natal, a Escócia, acompanhada de sua filha e seu amado piano. A vida nas florestas densas de uma ilha ao sul da Nova Zelândia e o relacionamento com seu marido Stewart não são o que ela esperava. Quando Stewart vende o piano para seu vizinho, George, Ada sofre muito. George diz pode lhe devolver o piano se ela o ensinar a tocar. A princípio Ada ignora George, mas lentamente o relacionamento deles se transforma, levando-os a uma situação perigosa.


22. MASH (Robert Altman, 1970)

Durante a Guerra da Coréia, cirurgiões irreverentes e debochados, de uma unidade médica do exército americano, encaram o contexto da guerra de forma cômica e transformam a base deles em um lugar onde a irreverência está sempre presente.

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21. Adeus, Minha Concubina (Chen Kaige, 1993)

Na Pequim de 1925, a academia “Toda Sorte e Felicidade” ensina a arte da interpretação a meninos pobres e sem lar. Um deles, Douzi (Mingwey Ma), é filho de uma prostituta. O garoto Shitou (Yang Fei) o protege e se torna seu amigo. É um lugar com um sistema de aprendizado puxado, dirigido pelo mestre Guan Jinfa (Lu Qi). Por seus traços femininos, Douzi é treinado a fazer papéis de mulher, enquanto Shitou, um tipo mais rude, papéis masculinos. Os anos passam, Douzi e Shitou aprofundam seus estudos e se tornam atores famosos da Ópera de Pequim. Cheng Dieyi (Leslie Cheung) e Duan Xiaolou (Zhang Fengyi), nomes que adotam na vida artística, continuam amigos e interpretam a peça Adeus Minha Concubina. Quando Xiaolou se apaixona pela prostituta Juxiam (Gong Li), a amizade começa a se desfazer e eles param de trabalhar juntos. Não bastasse, o exército japonês invade Pequim, Xiaolou é preso e Juxian pede a ajuda de Dieyi. É o momento para decidir se prevalecerá a amizade de Dieyi e Xiaolou ou o amor de Juxian e Xiaolou.

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