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30 filmes surrealistas não dirigidos por Luis Buñuel

30 filmes surrealistas não dirigidos por Luis Buñuel

Surrealismo e cinema estão juntos desde o início do movimento surrealista no início dos anos 1920. A partir do final dos anos 20 e inicio dos 30 , o movimento se espalhou ao redor do mundo, permitindo que muitos países experimentassem o campo visual do cinema, consequentemente, alimentando as mentes de muitos diretores talentosos e nos dando alguns dos filmes mais louco e originais da história do cinema.

O cineasta espanhol Luis Buñuel é um nome familiar em filmes surrealistas, mas vamos introduzir outros brilhantes cineastas surrealistas e seus filmes neste artigo. Esperamos que esta lista irá ajudá-lo a encontrar algumas verdadeiras jóias do gênero fascinante. Todos os filmes listados aqui são classificados por ordem cronológica.

Lista de Taste of Cinema.


1. A Concha e o Clérigo (Germaine Dulac, 1928)

Germaine Dulac esforçou-se para procurar na ação do roteiro de Antonin Artaud os pontos harmônicos, ligando-os entre si por ritmos estudados e compostos. Existem duas séries de ritmo. O ritmo da imagem e o ritmo das imagens, ou seja, um gesto deve ter um comprimento correspondente ao valor harmônico da expressão e depender do ritmo que precede ou prossegue: ritmo na imagem. Em seguida ritmo das imagens : montagem da várias harmonias.

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2. Sangue de um Poeta (Jean Cocteau, 1932)

Um artista sem nome é transportado através de um espelho para outra dimensão, onde ele viaja através de diversos cenários bizarros. História contada em quatro episódios.


3. Tramas do Entardecer (Maya Deren, 1943)

A narrativa do filme é circular, e repete uma série de imagens simbólicas psicologicamente, incluindo uma flor em uma calçada longa, uma chave de queda, uma porta aberta, uma faca em um pedaço de pão, um misterioso figura camuflada com um espelho de um rosto, um telefone do gancho e um oceano.

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4. Sonhos que o Dinheiro Pode Comprar (Hans Richter, 1947)

Joe/Narcissus é um homem comum que acabou de assinar um contrato de aluguel. Enquanto pensa no que fazer para pagar as contas, ele descobre que pode ver o conteúdo de sua mente se revelar quando olha seus próprios olhos no espelho. Ele se dá conta de que pode usar esse dom sobre os outros, e abre um negócio que consiste em revelar os sonhos ocultos de seus pacientes. Cada uma das sete sequências de sonho surrealistas foi criação de um importante artista da vanguarda da primeira metade do século XX.


5. A Mulher de Areia (Hiroshi Teshigahara, 1964)

Um entomologista amador resolve sair da cidade e passar o fim de semana numa área desértica do Japão, a fim de coletar insetos raros. Ele pernoita numa casa onde habita uma estranha mulher. Logo ele vai perceber que caiu em uma armadilha, a qual não existe saída.

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6. O Manuscrito de Saragoça (Wojciech Has, 1965)

Nos últimos anos da inquisição espanhola um oficial das tropas napoleônicas é submetido a um teste moral por duas sedutoras princesas muçulmanas, irmãs incestuosas da Tunísia.

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7. As Pequenas Margaridas (Vera Chytilová, 1966)

Utilizando-se de avançados efeitos especiais para a época, Vera Chytilová dirigiu esta obra surrealista que conta a história de duas garotas chamadas Marie, que decidem se adequar ao mundo como ele está: sendo depravadas. Portanto, ambas partem para uma série de encontros forjados e travessuras, desconstruindo o mundo ao seu redor.


8. A Marca do Assassino (Seijun Suzuki, 1967)

Um assassino quer subir de cargo na máfia, nem que para isso tenha que destruir todos os outros.


9. O Enforcamento (Nagisa Ōshima, 1968)

Um Coreano é sentenciado à morte por enforcamento, mas sobrevive à execução. Nas duas horas seguintes, os executores tentam descobrir uma forma de lidar com a situação.


10. O Funeral das Rosas (Toshio Matsumoto, 1969)

No primeiro filme de Toshio Matsumoto aparentemente nada é tabu: nem a inclusão de ornamentos visuais vindos diretamente do mundo do design gráfico, da pintura, quadrinhos e da animação contemporânea, nem a mostra convicta de nudez, de sexo, de consumo de drogas e de casas de banho públicas. Mas entre todas as “transgressões” que aqui figuram, há talvez uma que sobressai mais: o retrato inovador e sem concessões que o filme apresenta da subcultura gay japonesa.

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