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20 filmes sobre pintores

20 filmes sobre pintores

Essa lista é uma mistura de biografias, documentários e ficções, que relatam a vida deles ou a influência. Confira:


20. Rembrandt (Alexander Korda, 1936)

No ano de 1642, em Amsterdan, o pintor Rembrandt Van Rijin desfruta de uma vida cheia de fama e fortuna. Com a morte de sua esposa e musa, no entanto, seu trabalho encontra a escuridão.


19. Caravaggio (Derek Jarman, 1986)

Retrato bastante pessoal de Derek Jarman sobre o pintor renascentista Caravaggio.

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18. Edvard Munch (Peter Watkins, 1974)

Produção norueguesa sobre a história do grande pintor expressionista norueguês realizador de obras como “o grito”, “a menina doente” entre outras obras.


17. Pollock (Ed Harris, 2000)

Em agosto de 1949, a revista Life publicou em sua capa uma manchete dizendo: “Jackson Pollock: Será ele o maior artista vivo dos Estados Unidos?”. Já conhecido no mundo da arte de Nova York, Pollock agora passava a ser conhecido nacionalmente como a primeira celebridade americana no mundo das artes plásticas e seu estilo corajoso e radical de pintura ditava os rumos da arte moderna. Mas os tormentos que atingiam Pollock em toda sua vida e que o ajudaram no início de carreira a criar sua arte original começaram a afligí-lo cada vez mais. Lutando contra si mesmo, Pollock entrou então numa espiral decadente que fez com que destruísse seu casamento, sua promissora carreira e sua própria vida.


16. Moça com Brinco de Pérola (Peter Webber, 2003)

Em pleno século XVII vive Griet (Scarlett Johansson), uma jovem camponesa holandesa. Devido a dificuldades financeiras, Griet é obrigada a trabalhar na casa de Johannes Vermeer (Colin Firth), um renomado pintor de sua época. Aos poucos Johannes começa a prestar atenção na jovem de apenas 17 anos, fazendo dela sua musa inspiradora para um de seus mais famosos trabalhos: a tela “Girl with a Pearl Earring”.


15. Séraphine (Martin Provost, 2008)

Cinebiografia de Séraphine Louis (1864-1942)- também conhecida como Séraphine de Senlis, que foi descoberta pelo marchand e crítico de arte Wilhelm Uhde. Colecionador dos quadros de cubistas como Picasso e Braque, Uhde refugia-se, em um momento de crise, em uma casa de campo, onde Séraphine trabalha fazendo faxina e por acaso vem a conhecer uma pintura que ela havia feito e deixado com sua patroa.
Considerada louca em seu vilarejo por ser dona de uma personalidade entre servil e absolutamente indomável, Seraphine passou a ser reconhecida como uma das expoentes francesas do grupo de artistas que ficou conhecido como os “primitivos modernos”.

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