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15 filmes para uma introdução ao Cinema Húngaro

15 filmes para uma introdução ao Cinema Húngaro

Filmes húngaros não pode ser ligados a qualquer movimento cinematográfico grande: apenas como um andarilho solitário, ele tem suas próprias maneiras, que são determinados principalmente pelo clima, o que significa a política neste contexto.

Esta lista tenta recolher 15 filmes húngaros. Não é uma tarefa fácil para classificar objetivamente os melhores filmes de toda uma nação, mas a principal intenção deste artigo espero venha a ser cumprido: a introdução de algumas peças muito finas de filmes para o público fora da Hungria.

De TasteofCinema


15. Time Stands Still (Peter Gothar, 1982)

Na Hungria, em 1960, uma mãe solteira deve criar os filhos sozinha.


14. Taxidermia (Gyorgy Palfi, 2006)

Inspirado pelos contos do escritor Lajos Parti Nagy, este segundo filme do realizador húngaro György Pálfi envolve-nos numa insólita e fascinante narrativa, que atravessa várias décadas e nos revela três gerações de homens com obsessões e comportamentos muito peculiares. O primeiro segmento é passado na 2ª Guerra Mundial e aí conhecemos o soldado Moroscovany, um obcecado sexual que sonha ser capaz de ejacular chamas e que tem uma carinho muito especial pela portentosa mulher do seu superior hierárquico; o segundo segmento centra-se em torno de Balatony, um glutão mórbido que não perde ocasião de se empaturrar até ao limite; finalmente temos a história de Lajos, um taxidermista cuja obsessão é levar a sua arte às últimas consequências, ou seja, o corpo humano.


13. The Corporal and The Others (Marton Keleti, 1965)

PFC Molnár decide que seus serviços de WWII estão acabados, e com o dinheiro escondido em suas granadas de mão, ele vai para uma mansão abandonada onde ele encontra não só um mordomo azedo, mas um monte de outras pessoas que também tentam wimp para fora das suas funções.


12. Merry-Go-Round (Zoltan Fabri, 1956)

Graças a uma crise de nervos, Rivette interrompe as filmagens de L’Histoire de Marie et Julien depois de alguns dias, abandonando definitivamente o projeto de Scènes de la vie parallèle. Merry-Go-Round nasce então com o estigma da crise. Interrupção nas filmagens (entre 77 e 78), atraso no lançamento (em 81 estréia na Alemanha, mas na França somente em 83), elenco internacional (Maria Schneider e Joe Dalessandro), tudo conspira para que esse seja um dos filmes mais bizarros do diretor, que o considera um de seus piores. Mas há um prazer estranho em seguir essa história de mundos paralelos e intriga policial.


11. The Red and the White (Miklos Jancso, 1967)

Considerado por alguns, como propaganda comunista, o filme é na verdade uma evocação minimalista da falta de sentido da guerra. A história segue o exército vermelho e o exército branco que se enfrentam em meio a revolução russa, liderada por Lênin, transformando o país em uma guerra civil pela formação da União Soviética. O filme mostra os detalhes dessa guerra.

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