10 filmes nacionais sobre a estupidez humana

10 filmes nacionais sobre a estupidez humana

…a estupidez de todas as nações, o meu país e sua corja de assassinos, covardes, estupradores e ladrões!!!

Parafraseando Renato Russo, é como iniciamos a seleção destas obras cinematográficas nacionais, nos quais existem a inexplicável falta de bom senso, racionalidade, cautela e apreço pela vida e pela ética!

Todos os filmes da lista são baseados em fatos reais, que jamais sejam esquecidas todas as vítimas fatais retratadas nestas histórias…


10. Césio 137 – O Pesadelo de Goiânia (Roberto Pires, 1990)

Césio 137 – O Pesadelo de Goiânia é um filme escrito e dirigido por Roberto Pires. O Roteiro foi baseado em depoimentos das próprias vítimas do acidente ocorrido em Goiânia em setembro de 1987 com uma cápsula de césio 137 encontrada por dois catadores de sucata em um centro médico desativado de forma irregular. O Filme passa-se em Goiânia/GO e conta a história de Vavá (Paulo Gorgulho) e seu amigo Roberto (Paulo Betti) – narradores do drama, que juntos descobrem uma peça de chumbo nas ruínas de um antigo hospital. A peça encontrada trata-se de um material altamente radioativo (o Césio 137). Ela é vendida a Devair (Nelson Xavier), o dono de um ferro velho e amigo de Vavá. Devair e seus ajudantes quebram a peça e liberam da capsula a substância.


9. O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968)

O Bandido da Luz Vermelha é um filme brasileiro de 1968, do gênero policial, dirigido por Rogério Sganzerla. Inspirado nos crimes do famoso assaltante João Acácio Pereira da Costa, apelidado de “Bandido da Luz Vermelha”. Este filme é considerado um clássico do cinema marginal. Uma continuação dirigida por Ícaro Martins e Helena Ignez, viúva de Sganzerla, foi lançada em 2010 sob o título de Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha. Jorge (Paulo Villaça), um assaltante de residências de São Paulo, apelidado pela imprensa de “Bandido da Luz Vermelha”, desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante.


8. Tim Lopes – Histórias de Arcanjo (Guilherme Azevedo, 2013)

Um documentário que conta a trajetória e vida do jornalista Tim Lopes a partir do ponto de vista de seu filho. Dez anos após a morte de Tim, evento que chocou os cidadãos brasileiros, o longa procura contar outras histórias, além de seu assassinato, de quando ele era jornalista. Contém imagens de arquivos, feitos por Tim Lopes e por outros, e depoimentos de amigos, família e admiradores. O jornalista investigativo foi torturado e morto por traficantes na favela da Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, em junho de 2002.


7. Joelma 23º Andar (Clery Cunha, 1979)

Joelma, 23º Andar é um filme brasileiro de 79 dirigido por Clery Cunha e protagonizado por Beth Goulart no papel de Lucimar. Baseado em Somos Seis, obra psicografada pelo médium Chico Xavier, roteirista e interprete de si mesmo no filme. Joelma 23º Andar foi o primeiro filme brasileiro com temática espírita e o único que retratou o trágico incêndio do Edifício que deixou 191 mortos e mais de 300 feridos no dia 1 de fevereiro de 1974. A jovem Lucimar e seu irmão Alfredo trabalham num dos escritórios do edifício, em São Paulo. No incêndio do Joelma, Lucimar morre e Alfredo escapa com vida. Dona Lucinda, a mãe de Lucimar, entra em depressão com a morte da filha. Aconselhada por amigos, ela procura o médium Chico Xavier, em busca de uma mensagem do outro mundo. A tragédia aconteceu, segundo o laudo dos bombeiros, devido a um curto circuito em um ar condicionado mal instalado no décimo segundo andar do Joelma.


6. Olga (Jayme Monjardim, 2004)

Olga é um filme brasileiro realizado em 2004 pelo diretor Jayme Monjardim, inspirado na biografia escrita por Fernando Morais sobre a alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. No filme, estrelam Camila Morgado como a Olga, Caco Ciocler como Luís Carlos Prestes e Fernanda Montenegro como Dona Leocádia Prestes, mãe de Luís Carlos Prestes. Olga foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estreia no Brasil. A obra também recebeu três prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema de 2005, mas teve recepção negativa da imprensa alemã. Olga Benário é uma militante comunista desde jovem, que é perseguida pela polícia e foge para Moscou. Em Moscou, Olga faz treinamento militar. Lá ela é encarregada de acompanhar Luís Carlos Prestes ao Brasil para liderar a Intentona Comunista de 1935, se apaixonando por ele na viagem. Com o fracasso da revolução, Olga é presa com Prestes. Grávida de 2 meses, é deportada pelo governo Vargas para a Alemanha nazista e tem sua filha em um Campo de Concentração. Afastada da filha, Olga é então é morta uma Câmara de Gás.

 

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