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20 grandes filmes sobre almas destruídas que você precisa ver

20 grandes filmes sobre almas destruídas que você precisa ver

Existem alguns filmes neste mundo cuja principal função serve para deprimir o espectador, para mostrar a caso os atos mais escura, mais chocantes e sórdidas, as vidas mais desesperadas e cheias de conflitos. Por que, pelo amor de Deus, que alguém iria querer ver esses filmes? Para nos lembrar que somos humanos.

Esses filmes não são apenas triste; eles fazem você ter vergonha de admitir que você é um ser humano. Eles apresentam o mais baixo dos baixos da nossa espécie, a tristeza e a miséria que pode nos conduzir aos atos mais abusivos. Temas como a guerra, suicídio, estupro, abandono, doença mental, vício, abuso e violência extrema são as medulas espinhais desses filmes.

De TasteofCinema


20. Felicidade (1998, Todd Solondz)

Felicidade faz um retrato aguçado de uma série de pessoas interligadas por laços familiares ou sociais, todas elas vivendo em um estado de desespero ou de simples depressão, e levadas a tomar atitudes imorais ou criminosas. Verdadeiro, trágico e engraçado, o filme é obra cultuada e um marco no cinema americano dos anos 90.


19. Kichiku: Banquete das Bestas (1997, Kazuyoshi Kumakiri)

No Japão da década de 1970, Aizawa, o carismático líder de um pequeno grupo político, formado por estudantes de esquerda, é preso. Com ele atrás das grades, sua namorada Masami assume o comando. Ela se esforça para assegurar o poder e lança mão de sua sexualidade para manter a lealdade dos outros homens do grupo. Porém, quando Aizawa comete suicídio na cadeia, a tênue relação de poder, exercida por Masami, explode em uma fúria cega pautada pela paranóia e violência sangrenta. Kichiku é uma obra instigante que se constitui pela utilização de elementos do chamado cinema “exploitation”. A intensidade da violência e o estilo gore (uma espécie de terror sangrento e escatológico) coduzem-no para uma posição extrema e sem limites. Kichiku foi realizado pelo diretor Kazuyoshi Kumakiri aos 23 anos de idade como projeto de graduação da Universidade de Artes de Osaka.


18. O Ato de Matar (2012, Joshua Oppenheimer)

Documentário traz entrevista com o líder paramilitar Anwar Congo e seus comparsas, incluindo o dono de um jornal, todos assassinos confessos vivendo livremente na Indonésia, orgulhosos de todos os seus crimes. Os diretores convencem Congo e sua gangue, que chegaram ao poder após o golpe militar de 1965, a encenar suas táticas de tortura e matança, como se fosse um filme de verdade, incluindo figurinos e efeitos especiais.


17. Despedida em Las Vegas (1995, Mike Figgis)

Em Los Angeles, Ben Sanderson (Nicolas Cage) é um alcoólatra que, após ter sido demitido da produção de um filme, decide dirigir até Las Vegas, onde planeja beber até morrer. Lá conhece Sera (Elisabeth Shue), uma prostituta que também morou em Los Angeles, por quem se apaixona. Ele acaba indo morar na casa dela, sendo que ela respeita o fato dele ser alcoólatra e ele respeita seu modo de ganhar a vida. No entanto, a deterioração dele entrou em um processo irreversível.


16. Para Sempre Lilya (2002, Lukas Moodysson)

Lilya (Oksana Akinshina) tem 16 anos e vive em um subúrbio pobre, em algum lugar da antiga União Soviética. Sua mãe mudou-se para os Estados Unidos, com seu novo marido, e Lilya espera que ela lhe envie algum dinheiro. Após algum tempo sem receber notícias nem qualquer quantia dela, Lilya é obrigada a se mudar para um pequeno apartamento, que não possui luz nem aquecimento. Desesperada, ela recebe o apoio de Volodya (Artyom Bogucharsky), um garoto de apenas 11 anos que de vez em quando dorme no sofá de Lilya. A situação muda quando Lilya se apaixona por Andrei (Pavel Ponomaryov), que a convida para iniciar uma nova vida na Suécia. Apesar da desconfiança de Volodya, Lilya aceita o convite e viaja com Andrei.

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