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As 10 melhores atuações de David Bowie

As 10 melhores atuações de David Bowie

Quando se fala de David Bowie, um dos adjetivos mais utilizados para descrever  ele e sua carreira é “eclético”. Sua versatilidade é plenamente demonstrado não só em sua produção musical, mas em toda a sua vida artística também.

Ele tem sido capaz de trabalhar com os melhores diretores do mundo inteiro, de Scorsese para Oshima, de Lynch para Scott, de Landis para Nolan.


1. O Homem Que Caiu Na Terra (1976, Nicolas Roeg)

Um alienígena vem a Terra e adota o disfarce de um homem de negócios chamado Thomas Jerome Newton. A sua missão é encontrar água para o seu planeta que está morrendo. Ele utiliza a tecnologia avançada que traz consigo para ganhar bilhões de dólares, que serão necessários para construir a espaçonave que irá levá-lo de volta para casa junto com a água. Mas o gentil Newton não está preparado para a ganância e a crueldade de seus novos colegas de negócios e rivais e logo descobre que a missão será muito mais difícil do que ele havia imaginado…
Como protagonista dessa adaptação do romance de Walter Tevis temos o David Bowie.

Man Who Fell To Earth David Bowie


2. Apenas um Gigolô (1978, David Hemmings)

Berlim, anos 20. A Primeira Guerra deixou suas marcas. O jovem Paul acaba de voltar dos combates e se dá conta de que o mundo aristocrático em que vivia mudou drasticamente. Para sobreviver, torna-se gigolô de uma rica baronesa, ao mesmo tempo em que os nazistas buscam o poder.

Just a Gigolo


3. Christiane F. (1981, Uli Edel)

Na cidade de Berlin nos anos 70, Christiane (Natja Brunckhorst), uma linda adolescente, mora com sua mãe e sua irmã menor em um típico apartamento da cidade. Ela é fascinada para conhecer a “Sound”, uma nova e moderna discoteca. Apesar de menor de idade ela pede a sua amiga para leva-la lá ela conhece Detlev (Thomas Haustein), assim ela se aproxima do terrível mundo das drogas. Primeiro é o álcool, depois a maconha, assim passo a passo ela começa a mergulhar cada vez mais profundamente no submundo do vício e da prostituição colocando-se à beira da morte. Um filme de cenas fortes e muito reais que nos transmite os horrores do mundo do vício entre os jovens.

Christiane F


4. Fome de Viver (1983, Tony Scott)

Manhattan, Nova York. Miriam Blaylock, é uma vampira que consegue se manter “viva” e bela através dos séculos com o sangue dos seus amantes. Em retribuição os jovens e as moças que se envolvem com ela não envelhecem, até Miriam, ter tirado bastante sangue deles. Infelizmente, seu atual parceiro, John, está tendo um envelhecimento extremamente rápido e a expectativa de vida é de apenas 24 horas. Desesperado, ele procura a ajuda da médica Sarah Roberts, que é especialista em envelhecimento prematuro. Inicialmente ela não crê na história de John, mas pede para esperá-la. Ao voltar, 2 horas depois, vê que ele envelheceu décadas naquele curto espaço de tempo. Ela pensa em tentar fazer alguma coisa, mas John, deixa o local bem irritado e frustrado, pois sabe que para ele seu tempo acabou. Sem ter a menor noção do que está acontecendo, Sarah, vai até a casa dele e acaba conhecendo Miriam. Após uma conversa e uma bebida elas acabam indo para cama e logo Sarah, descobre que sua vida tomou um rumo totalmente inesperado.

The Hunger


5. Furyo – Em Nome da Honra (1983, Nagisa Oshima)

O mestre japonês Nagisa Oshima, realizador de O Império dos Sentidos, arma mais uma intriga provocante, neste drama de guerra estrelado por David Bowie e Ryuichi Sakamoto. Baseado no livro de Sir Laurens Van der Post, Furyo – Em Nome da Honra relata o choque cultural entre orientais e ocidentais num campo de concentração em plena Segunda Guerra Mundial. O ano é 1942 e o prisioneiro de guerra Jack Celliers (David Bowie) provoca um conflito quando resolve usar suas divisas de oficial, para não obedecer às regras ditadas pelo capitão Yonoi (Ryuichi Sakamoto) num campo de concentração na ilha de Java. A teimosia é repudiada com violência, mas o japonês não consegue acabar com o orgulho e a honra do oficial inglês, o que deixa Yonoi com ódio do inimigo. Mas existe um sentimento escondido por trás deste conflito, algo que não pode ser expresso. Apenas o coronel John Lawrence (Tom Conti) parece entender o que ocorre com ambos.

Merry Christmas Mr. Lawrence

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