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5 cineastas lésbicas que você deveria conhecer

Conheça essas cineastas que existem e resistem!

Quantas cineastas lésbicas você conhece? Se a sua resposta foi “poucas” ou “nenhuma”, nós iremos te dar uma forcinha e ajudar a conhecer 5 cineastas lésbicas incríveis! Nada melhor do que prestigiar o trabalho de mulheres maravilhosas que abriram caminho para que muitas outras continuem resistindo no audiovisual. Aproveitem a lista!


  1. Chantal Akerman

    Chantal Akerman foi uma cineasta belga que nasceu em 6 de junho de 1950 e faleceu aos 65 anos em 2015. Ela foi produtora, diretora, roteirista, argumentista e diretora de fotografia, e realizou essas diversas funções em filmes documentais e em ficções. Da sua filmografia podemos destacar “Não é um filme caseiro” (2015), “Eu, tu, ele, ela” (1974) e “Jeanne Dielman, 23, Quai du Commerce, 1080 Bruxelles” (1975), sendo o último considerado um marco do cinema feminista. Pra quem é apaixonada por cinema assim como eu, e também quer prestigiar as mulheres nesse meio, conhecer as obras de Chantal Akerman é essencial! Se ainda não assistiu, assiste agora e se apaixone por essa belga maravilhosa também.


  2. Cheryl Dunye

    Cheryl Dunye é uma diretora, produtora, roteirista, editora e atriz que nasceu na Liberia e cresceu na Filadelfia. Sua filmografia sempre tratou de temas importantes como questões raciais, relações familiares, história e memória, e a própria lesbianidade. Seu primeiro filme “The Watermelon Woman” (1996) rendeu um prêmio Teddy de melhor filme e é considerado um marco no cinema por ser o primeiro filme feito por uma lésbica negra e que fala sobre lésbicas negras. Além disso, dirigiu os filmes “Stranger Inside” (2001), “O pai do meu bebê” (2004), “The Owls” (2010), dentre outros. É importantíssimo exaltar o trabalho dessa e outras cineastas negras lésbicas, que ainda são a minoria da minoria nesse meio cinematográfico machista e racista no qual infelizmente estamos todos inseridos. Ainda não vi todos os filmes dela mas The Watermelon Woman eu amo de paixão!


  3. Barbara Hammer

    Barbara Hammer é uma cineasta e artista visual pioneira do cinema lésbico. O cinema de Barbara retrata e fala de mulheres: menstruação, sexualidade e referências à outras mulheres são alguns de seus temas preferidos. Além de mulheres estrelarem seus filmes, Hammer sempre convida mulheres (cis ou trans), travestis e pessoas não binárias para participar de suas produções, com o objetivo de “queerizar o mundo e o cinema”. Dirigiu importantes obras como “Superdyke” (1974), “Nitrate Kisses” (1992) e “Schizy” (1968). Ela tocou em temas tabus da sociedade, revolucionando principalmente a videoarte e o cinema independente, então vale MUITO a pena prestigiar a obra dessa maravilhosa.


  4. Jennie Livingston

    Diretora do prestigiado “Paris is Burning” (1990), Jennie Livingston também dirigiu filme como “Hotheads” (1993), “Who’s the top?” (2005) e “Earth Camp One” (2007). As temáticas sociais sempre estiveram presente em seu cinema, sendo “Paris is burning” um retrato honesto da cultura queer e voguing de Nova Iorque, seguindo atual e relevante até hoje. O melhor de tudo é que o documentário está disponível na Netflix, então você pode comemorar agorinha mesmo o dia da visibilidade lésbica assistindo ele. E depois conta pra gente o que achou!


  5. Jamie Babbit

    Jamie Babbit é uma cineasta que dirigiu vários filmes como “Addicted to Fresno” (2015), “Itty Bitty Titty Comitee” (2007) e “But I’m a Cheerleader” (1999). Além disso ela possui uma brilhante carreira na televisão, tendo dirigido episódios de “Gilmore Girls”, “Gossip Girl”, “Revenge” e “The L World”. Essa cineasta incrível nos concedeu tanto filmes quanto séries incríveis, então fica muito mais fácil de maratonar, né? Prepara a pipoca e assista a filmografia de Jamie, que inclusive faz um trabalho maravilhoso ao retratar de forma autêntica personagens lésbicas.


    E aí, o que achou? Deixe a sua opinião nos comentários ou nas reações

Written by Rafaela Germano

Feminista e apaixonada por Cinema de Horror. Graduanda em Cinema e Audiovisual, atualmente realizando uma pesquisa sobre a Representação feminina e atribuições de gênero em filmes de vampiro.

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