Os 25 melhores filmes feministas

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Os 25 melhores filmes feministas

10. Gritos e Sussurros (Dir. Ingmar Bergman, 1972)

Em uma casa no campo uma mulher está bastante enferma e recebe cuidados de suas duas irmãs e de uma empregada da família, que precocemente perdeu sua filha e por isso extravasa seu amor de mãe dando o maior carinho possível para aquela moça tão debilitada. Dentro deste contexto lembranças, frustrações e imaginações em um misto de amor e ódio surgem no interior de cada pessoa.


9. As Lágrimas Amargas de Petra von Kant (Dir. Rainer Werner Fassbinder, 1972)

Adaptado da peça homônima do próprio Fassbinder, Petra von Kant é uma estilista de sucesso extremamente arrogante e egocêntrica, que tem como única pessoa próxima sua secretária. Num dia, ela se apaixona por uma jovem aspirante à modelo chamada Karin, que vai morar em sua casa e usá-la até não precisar mais.


8. Persona (Dir. Ingmar Bergman, 1966)

Alma, uma enfermeira, deve cuidar de Elisabeth Vogler, uma atriz que está com a saúde muito boa mas se recusa a falar de qualquer jeito. Com a convivência, Alma fala a Elisabeth o tempo todo, inclusive sobre alguns de seus segredos, nunca recebendo resposta. Logo, Alma percebe que sua personalidade está sendo submergida na pessoa de Elisabeth.


7. Eu tu ele ela (Dir. Chantal Akerman, 1974)

Em seu primeiro longa de ficção, Akerman assume o papel de personagem. Uma mulher sozinha em seu apartamento escreve cartas a um destinatário desconhecido, depois sai e se encontra com um motorista de caminhão e com uma amante.

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6. Thelma & Louise (Dir. Ridley Scott, 1991)

Cansadas da vida monótona que levam, duas amigas, uma garçonete quarentona (Susan Sarandon) e uma jovem dona-de-casa (Geena Davis) resolvem deixar tudo para trás num fim de semana. Mas no caminho se envolvem em encrencas e acabam sendo perseguidas pela polícia.

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5. Sem Teto Nem Lei (Dir. Agnès Varda, 1985)

Uma jovem andarilha morre congelada no frio do inverno francês. Sua história e principalmente seus últimos dias são contados através das pessoas que cruzaram o seu caminho.

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4. Cléo das 5 à 7 (Dir. Agnès Varda, 1962)

Agnès Varda, uma visionária da “new wave” francesa, capturou a atmosfera de Paris dos anos 60, mostrando os questionamentos de uma mulher solteira enquanto espera o resultado de uma biopsia. Uma crônica de duas horas cruciais na vida de uma mulher. Cléo das 5 as 7, mostra uma mistura profunda de realidade com sofrimento.

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3. O Piano (Dir. Jane Campion, 1993)

Em meados do século XIX, Ada é uma mulher muda que tem uma filha – Flora. Para um casamento arranjado ela deixa sua terra natal, a Escócia, acompanhada de sua filha e seu amado piano. A vida nas florestas densas de uma ilha ao sul da Nova Zelândia e o relacionamento com seu marido Stewart não são o que ela esperava. Quando Stewart vende o piano para seu vizinho, George, Ada sofre muito. George diz pode lhe devolver o piano se ela o ensinar a tocar. A princípio Ada ignora George, mas lentamente o relacionamento deles se transforma, levando-os a uma situação perigosa.


2. As Pequenas Margaridas (Dir. Vera Chytilová, 1966)

Utilizando-se de avançados efeitos especiais para a época, Vera Chytilová dirigiu esta obra surrealista que conta a história de duas garotas chamadas Marie, que decidem se adequar ao mundo como ele está: sendo depravadas. Portanto, ambas partem para uma série de encontros forjados e travessuras, desconstruindo o mundo ao seu redor.

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1. Jeanne Dielman (Dir. Chantal Akerman, 1975)

Considerado como a obra-prima de Akerman, traz a atriz Delphine Seyrig no papel de Jeanne Dielman, uma jovem viúva que vive com seu filho Sylvain seguindo uma ordem imutável: à tarde, enquanto seu filho está na escola, ela cuida do apartamento e recebe os clientes.


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Written by Guilherme Antunes

Acadêmico de História e um apaixonado pelas coisas da vida.

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