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O Principe da Agonia – The Djinn

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The Djinn relata a história de um garoto que sofre de deficiência motora, ou seja, não consegue pronunciar palavras por voz.
Por portar esta deficiência, ele utiliza um sistema de cifras para comunicação. O garoto encontra um livro que reporta como acordar
um Djinn e desta forma então adquirir um desejo, a escolha da pessoa que o despertou. Assim, ele deverá seguir os passos do livro para que
possa conseguir seu tão almejado objetivo.

O tema abordado se faz presente, pois se referem pessoas com deficiência, onde algumas se adaptam e levam uma vida corriqueira, sem mesmo se importarem
com sua deficiência, ultrapassando limites e transpondo fronteiras, que muitos diriam que seriam impossíveis. Já outros, são reféns de um comportamento,
de uma busca incessante, como se pudessem acordar de um sonho e voltar a uma realidade que hoje não os pertence.

No desenrolar do filme o Tutor do garoto reporta uma frase motivacional e muito importante: “não se apegue ao que não tem, a ponto de esquecer o que já lhe
pertence”. Nesta mensagem, acho que consegue abordar os dois comportamentos das pessoas deficientes, confortando e dando exemplos que de que não são
diferentes por um detalhe tão pequeno.

Inicialmente o roteiro do filme, foge um pouco a historia dos Djinn, pois o que deveria ter acontecido, acaba não ocorrendo. O garoto é perseguido
pelo desenrolar do filme, sem pronunciar uma palavra. No bloco final do filme conseguimos entender e tudo se encaixa. Este tipo de absorção é bem
aceita, pois trabalha bastante a avaliação do filme como um todo, de algo que não parecia levar a nenhum caminho. Supreende a forma como se encaixam os passos
trabalhados pelo diretor ao longo do filme.

Isaiah Dell

The Djinn nos retrata o cotidiano, onde todos temos nossos demônios, e muitas vezes estamos tão inconformados e revoltados com nosso presente, por
ações ou acontecimentos que nos desviaram de nossos objetivos, que não notamos as coisas mais maravilhosas que podemos desfrutar gratuitamente. Nossos
sentidos são um bom exemplo desses presentes divinos.

The Djinn teve uma boa direção de câmera, bem como um desempenho bastante louvável do jovem ator. Pode se observar a iluminação dos ambientes, o sombreamento
ao folhar os livros, e voltando ao garoto, suas reações emotivas foram bastante convincentes. Recomendo ao publico que se apega mais ao suspense do que ao terror.

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