Zack Snyder, cineasta conhecido por seus filmes polarizadores, apresentou seu novo longa-metragem, “The Last Photograph”, no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) 2026. Diferente de suas produções anteriores, o diretor optou por filmar um roteiro escrito por Kurt Johnstad, baseado em uma história original de Snyder.
O filme acompanha Stuart Martin e Fra Fee nos papéis de um ex-agente da DEA e um fotógrafo de guerra, que se aventuram na selva da América do Sul para encontrar dois jovens desaparecidos e buscar vingança pela morte dos pais das crianças.
Desenvolvimento e produção
O projeto está em desenvolvimento desde pelo menos 2011 e inicialmente contaria com Christian Bale e Sean Penn no elenco, sob direção do cineasta Niels Arden Oplev, conhecido por “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. Após sucessivos atrasos, Snyder assumiu a direção do filme, que marca sua maior independência artística, realizado sem a participação de estúdios ou plataformas de streaming. Além da direção, Snyder também trabalhou como diretor de fotografia e operador de câmera.
Críticas negativas dominam a estreia no TIFF
Após a exibição no festival, as primeiras impressões de críticos publicadas nas redes sociais foram amplamente negativas. Barry Hertz, do Globe and Mail, qualificou o filme como “lúgubre, enfadonho e um pouco racista”.
A crítica freelance Elizabeth Mulloy classificou a produção como “sem rumo, forçada, misógina, confusa, desorganizada, exageradamente longa, abismal, repetitiva, lenta, superficial e simplesmente horrível”. Jason Gorber, editor do site That Shelf, chamou o filme de “um dos piores já exibidos no festival”, descrevendo-o como “um exercício de incompetência e arrogância”. Por sua vez, Evan Miller, produtor da Fox News, afirmou que o longa é uma paródia do cinema autoral, com ritmo arrastado, enredo promissor comprometido por falhas do diretor e atuações fracas.
Imagem: Divulgação
Outros comentários compararam “The Last Photograph” ao filme “Sound of Freedom”, rotulando a nova obra como “grotesca, sem vergonha e uma vergonha do começo ao fim”. Matt Neglia, editor do Next Best Picture, considerou o filme como “facilmente o pior título exibido no TIFF até agora”, citando problemas no roteiro, violência e nudez excessivas, diálogos artificiais e performances vazias.
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Com informações de SlashFilm
